Primeiras Impressões: Big Order

Big Order conta a história de Hoshimiya Eiji, um introvertido estudante do ensino médio que, quando era apenas uma criança, fez um pedido para uma espécie de fada que misteriosamente apareceu em sua frente. Seu pedido foi a destruição do mundo. Mas um dia ele acaba conhecendo  Kurenai Rin, uma linda garota que acabou de ser transferida para sua sala. Só que ela não é uma garota qualquer, e Hoshimiya acaba descobrindo da pior maneira possível.

Tive que gastar toda minha criatividade para fazer essa sinopse, pois o MyAnimeList fez uma que só basicamente falava que era do mesmo autor de Mirai Nikki e Hanako to Guuwa no Tera (que você pode conferir o review aqui), e já que geralmente tenho preguiça de criar a minha mesmo e vou lá e meio que adapto. E sim, acabei conhecendo esse mangá pelo Esuno Sakae mesmo. Enfim…

A história é bem intrigante. Algumas pessoas têm o poder de fazer um pedido, chamado “Order” (ordem, em inglês). Esse pedido não tem restrições, aparentemente. E o pedido do protagonista é a destruição do mundo. Bom, na verdade, ele descobre que foi a “dominação do mundo”, e quem (ou o que) realiza os desejos está na casa do Hoshimiya. A partir daí acontecem várias coisas.

Os traços, logicamente, lembram bastante Mirai Nikki. Ainda não posso falar muito dos personagens pois foram pouco explorados, mas o que dá pra entender é que a Rin vai acabar virando de lado e ajudando o Eiji. Ou vai acabar sendo morta por ele. Daisy (a que realiza os desejos) é um tipo de fada, e parece que gosta de Eiji (talvez por ele ter sido o primeiro dos desejos), ou talvez tenha uma grande vontade de fazer com que ele use o poder, por algum motivo. Bem interessante.

É um bom mangá. Não posso falar muito dele, mas espero que continue ou melhore, pois tem um bom caminho pela frente. Começou a ser publicado na Shounen Ace (mensal) no dia 26 de setembro de 2011 e já está com nota 8 (apesar de estar com base em apenas 101 pessoas, por enquanto). Estarei acompanhando-o. E nenhum scanlator brasileiro está traduzindo, uma pena.

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Review: Hanako to Guuwa no Tera

Hanako to Guuwa no Tera conta a história do detetive de folclore Asou Daisuke, que preferia lidar com o normal, todo o dia, coisas como traições, problemas em relações, etc (isso e sua grande coleção de ero-mangá), pois sempre que lida com o sobrenatural, ele começa a soluçar. Mas não importa, um grande número de pessoas desesperadas vão até ele com problemas por coisas que ele chama de alegorias. Elas são histórias, geralmente lendas urbanas, que se uma pessoa acreditar ser verdade o suficiente pode se tornar real. Seu primeiro caso envolve “O Homem Debaixo da Cama”. Será que ele pode impedir esse arrepiante homem com um machado antes dele cortar a kawaii Hiranuma Kanae? Por que Asou conta seus soluços e quem é a estranha no banheiro dele?

Gostei muito do mangá. É, já vou começando assim. A história é boa, sem clichês e coisa e tal. O autor conseguiu juntar muitas lendas urbanas do Japão (O Homem Debaixo da Cama, Kuchisake-onna, Homem-peixe, Demônio do Espelho, Teketeke, entre outros) que, inclusive, são “explicadas” no final de cada volume, o que ajuda muito para pessoas que não são do Japão e não tem conhecimentos das lendas. Os acontecimentos sempre têm uma explicação plausível, o que é muito bom (diferente de Phi Brain: Kami no Puzzle, né).

Os personagens são bem interessantes. Primeiramente o detetive, que no início parece apenas ter um grande conhecimento com alegorias (e ero-mangás também), mas na verdade muda totalmente no final, algo bem interessante. A Kanae chega a ser, no começo, meio que um peso pro detetive, mas acaba se apaixonando pelo mesmo com o tempo, nada demais. Hanako, essa sim é interessante. Ou melhor, a história dela e do detetive é muito boa, algo que antes era “dispensável” pro mangá no início, acabou sendo obrigatório para a sua conclusão.

A história é boa. Usar lendas urbanas no mangá, além de fazer com que pessoas que não conhecem as lendas (como eu) terem conhecimento das mesmas, faz com que a história fique mais próxima do real, mesmo com personagens e acontecimentos tão irreais. Os traços são medianos, não é algo que importa muito para o mangá, pois o que mais importa é todo o resto. A distribuição dos quadros é boa, de fácil leitura. E o final é surpreendente… De verdade. Quando você está lendo, pensa em todas as possibilidades possíveis de conclusão, menos a real. O que no começo faz você pensar que serão apenas “aventuras” de um detetive, no final é um mangá com uma história completa.

Recomendo para todos. O mangá tem cenas de nudez (poucas, mas tem) e sangue, nada que incomode. Caso você goste de uma história com um final supreendente e queira conhecer mais o Japão e sobre suas lendas urbanas, Hanako to Guuwa no Tera é uma ótima pedida. O mangá não tem adaptação para o anime, e é do mesmo autor de Mirai Nikki e de Big Order (que lançou dia 26 de setembro desse ano), possui quatro volumes e 19 capítulos.

Primeiras Impressões: Maken-Ki!

Maken-Ki! conta a história de Takeru Ohyama, um jovem garoto com uma mente pervertida, que acaba de ser aceito por um colégio, antes desconhecido por ele, onde combates e magias são usados. No primeiro dia, ele encontra de novo, depois de três anos, Haruko Amaya, sua amiga de infância, Inaho Kushiya, uma garota que diz ser noiva dele, e Kodama Himegami, uma loira que quer matá-lo. Descobrindo que muitas garotas simplesmente não gostam dele, acaba sabendo que todos lá usam uma habilidade mágica especial enquanto usam um item ou uma arma chamada Maken. Depois descobre que nenhum Maken é compatível com ele e não sabe o que fazer, já que no colégio os estudantes lutam entre si mostrando seus poderes de combate e de magia, que ele, aparentemente, não tem nenhum.

Fanservice. O anime é só disso, basicamente. É tão fanservice que tem aquelas censuras com “luzes brancas”, que no Blu-ray e no DVD não vão ter, e vários @Dflixs_ pervertidos vão comprar/baixar só pra não ter a censura. Não tem uma história boa, lembra muitos animes, do qual consigo me lembrar mais recentemente de Freezing (grandes academias com mais alunas que homens e que possuem habilidades mágicas especiais).

O personagem é estranho, o cabelo dele é muito bizarro (para não falar horrível). Vai para um colégio do qual nunca ouviu falar, e não sei o porquê, mas a maioria das garotas gostam dele (inclusive tem a loira que é uma grande tsundere). A amiga de infância claramente gosta dele, como todo o resto. Acaba que as 3 garotas que ele se “envolve” vão morar no mesmo dormitório que ele (e ninguém impede, simplesmente decidem morar lá).

O anime é tão ruim que não vou conseguir escrever mais sobre ele. É muito ruim. Caso você goste de um anime sem história apenas por fanservice, vai se divertir muito. O anime, que foi baseado num mangá de mesmo nome, terá 12 episódios e um OVA previsto para o dia 1º de março de 2012. Uma boa data para… lembrar de não baixar esse anime. CASO ele melhore… será um milagre. Vou acompanhá-lo do mesmo jeito.

Sharingan?

Primeiras Impressões: Guilty Crown

Guilty Crown se passa em Tokyo no ano 2039. Depois do surto de um vírus não-identificado “Lost Christmas” (Natal Perdido, em inglês) em 2029, o Japão ficou sob controle de uma organização multinacional chamada GHQ. Ouma Shu é um garoto de 17 anos que possui um poder psíquico na mão direita. Ele pode usar o poder “Ability of King” (Habilidade do Rei, em inglês) para extrair ferramentas ou armas de seus amigos. Ele sempre evitou causar problemas com os outros, mas sua vida muda quando encontra uma garota chamada Yuzuriha Inori, membra de um grupo de resistência chamado Undertaker, do qual membros pilotam robôs para lutar contra o governo.

História interessante… mas é um tanto familiar. Pessoa com poder no braço (Scryed) e Japão dominado por uma força mais poderosa e com várias organizações rebeldes que tentam fazer com que o mesmo volte a ser como antes, usando robôs para lutar (Code Geass). Tirando o truque de tirar coisas do corpo de outras pessoas, mais recentemente usado por Dantalian no Shoka. Mas nada disso atrapalha tanto o anime, só que acaba sendo algo não tão original.

Personagens. Bom, nada demais em ninguém. Personagem principal que era meio reservado acaba virando o herói, e deve mudar sua personalidade com o tempo. A garota deve ter alguma coisa escondida, já que quando ele recebe o poder, acaba tendo algumas “visões” e uma delas é a cena de uma garota fazendo o mesmo gesto da Inori, com a mesma cama-de-gato. Esses foram os únicos personagens explorados no primeiro episódio.

Vocês devem estar achando que não tem nada de interessante no anime por enquanto… mas uma coisa me chamou bastante a atenção: efeitos especiais, qualidade e produção do anime. O anime é muito bem-feito, a cena final da primeira batalha é expetacular (movimentação e tudo mais). A trilha sonora do anime também é muito bem trabalhada, aliás.

O anime é interessante, tirando algumas coisas meio repetidas no “mundo” dos animes. A história é boa, os personagens tendem a crescer e a qualidade gráfica no anime é perfeita. Vale a pena ver o anime, mas como sempre, por enquanto. Espero que o anime mantenha a qualidade ou melhore até, com certeza acompanharei. Guilty Crown terá 22 episódios, e já tem um score de 8.22 no MyAnimeList.

Primeiras Impressões: Phi Brain: Kami no Puzzle

Phi Brain: Kami no Puzzle conta a história de Daimon Kaito, um estudante que ama puzzles. Um dia, o presidente do conselho estudantil entrega um aparelho móvel ao Kaito, que o leva à uma ruína subterrânea de baixo da escola. Ele desafia um puzzle sem solução escondido nas ruínas com sua namorada Nonoha, mas o puzzle acaba virando o perigoso “Puzzle do Sábio”, criado pela sociedade negra “POG”. Ele resolve o puzzle, mas isso é apenas o início de uma batalha de puzzle contra a POG.

O cara é viciado em puzzles. É, puzzles. Mas não é qualquer puzzle, e isso chama a atenção no anime. São grandes e complexos puzzles que Kaito desafia (e resolve). A história é um tanto curiosa, e é interessante se você gosta de coisas com a resolução inteligente, mesmo que a maioria das coisas sejam solucionadas sem mostrar uma solução totalmente coerente e detalhada, o que não importa muito para a pessoa que está assistindo (pelo menos não para mim).

Sobre os personagens… bom, nada demais. O garoto, pelo clichê, é metido e ignorante. A namorada tenta mudar isso, mas sem sucesso. Ela tem uma ótima memória (e chega a ajudar na solução do grande puzzle). Sobre o POG, no primeiro episódio só temos notícias do misterioso Minotaur, nada demais. O presidente do conselho estudantil (e também do clube de puzzle) não foi muito explorado, mas parece que ele tem algo escondido.

Após resolver o puzzle, Kaito recebe um bracelete que se chama Orpheus (talvez os dois consigam se comunicar com o tempo, não sei) e isso faz com que ele ganhe uma “habilidade” de usar totalmente a capacidade do cérebro para resolver os puzzles (sobre a capacidade do cérebro… bom, já foi comprovado que não usamos só 20% dele, e sim tudo, mas deixa quieto), que lembra bastante um Geass (é até num olho só).

O anime parece ser bem interessante, vou ver pois realmente gosto desse tipo de história (com puzzles, desafios e coisas que são resolvidas de maneira um tanto “inteligente”). O anime foi baseado no mangá Phi Brain: Saigo no Puzzle (ainda em publicação) e terá 25 episódios. O único jeito para saber se o anime é bom é assistindo-o, certo? Episódio 02 já lançou, mas não vi nem baixei. Por enquanto, recomendo.

Primeiras Impressões: Ben-To

Ben-To conta a história de Sato Yo, um estudante que gosta de games da SEGA desde bebê. Um dia, ele entra num mercadinho para comprar algo pro jantar. Quando ele tenta pegar um bento, ele perde a consciência. Quando acorda, vê que todos os bentos foram vendidos. Depois descobre que há uma “guerra” nesse mercadinho onde pessoas apelidadas de “wolves” (lobos, em inglês) competem para ver quem compra o bento pela metade do preço. Yarizui Sen, a líder do “Clube Metade do Preço”, força Yo a entra no clube e na guerra do bento.

Primeiramente: história muito bizarra. Pessoas quase se matando para ver quem consegue comprar um bento pela metade do preço, tendo como justificativa a “falta” de dinheiro que seus pais deixam para que passem o mês. Isso não é uma explicação suficiente para mim, mas tudo bem, nesse anime pode tudo.

O traço do anime é um tanto atraente, a “iluminação” é bem-feita, a história diferente das comuns chama a atenção (já que você fica se perguntando como vão conseguir concluí-la), a movimentação e as cenas de ação são bem trabalhadas e a trilha sonora é boa, com bastante jazz.

O personagem principal é um azarado, e é meio estranho o fato dele desmaiar e levar tudo tão natural, mas nada que incomode. Não vou detalhar os personagens que apareceram, pois como visto na opening, aparecerá mais, então isso pode alterar um tanto a história do anime. Provavelmente novas “bruxas”, alguma (ou mais de uma) delas vai se apaixonar pelo Yo e vai acontecer um provavelmente um harém.

O anime possue uma comédia diferente das demais, pois você chega a rir dos acontecimentos de tão bizarros que são, ou pelos motivos das pessoas. O anime ainda não tem, segundo o MyAnimeList, um número de episódios definido, mas não deve passar de meia-temporada, já que não tem como explorar muito o assunto do mesmo, mas até que me interessou.

Primeiras Impressões: Kimi to Boku.

Kimi to Boku. conta a história de quatro adolescentes — os gêmeos Yuuta e Yuuki Asaba, o afeminado Shun Matsuoka e o nerd Kaname Tsukahara — que são amigos de infância. Eles, mesmo não sabendo se são bons ou maus amigos, continuam se dando bem no ensino médio. O aluno meio-japonês transferido Chizu Tachibana entra no círculo de amigos nessa comédia sobre o dia-a-dia desses adolescentes.

Resumindo: um anime de nada. Não tem história alguma. Mas vamos começar avaliando do início. “Olha, uma mulhe… homem”. Shun Matsuoka (esse nome persegue gays, não?) é extremamente feminino. Cabelos longos lisos, voz afeminada, jeito carinhoso de tratar as coisas e os outros… e ainda tem uma cena onde tem seus cabelos penteados por um dos gêmeos. Estranho, não?

Sobre os gêmeos: mesma coisa. Muito próximos, até demais. Desde pequenos não conseguem dormir um longe do outro. São um pouco afeminados também, mas não tanto quanto Shun. E o nerd… bom, é o menos afeminado do grupo. O único que mostrou um interesse no sexo oposto (quando criança tinha uma atração pela sua professora), mas ainda tem seus “momentos”.

Definitivamente, um anime para garotas (ou gays, não sei). Anime muito feminino, sem história aparente e ainda vai ter uma segunda temporada já prevista para abril do ano que vem. E outro detalhe: os traços dos olhos são estranhos, fazem com que todos pareçam vesgos (vide imagem abaixo). Sem mais.


OBS: E antes que me falem: não tenho nada contra gays. Respeito a opção sexual de qualquer um, desde que não façam nada na minha frente. E não falo isso apenas para gays. Quem não se sente encomodado com heterossexuais se pegando na sua frente?

Primeiras Impressões: C³

C³ – CubexCursedxCurious conta a história de Yachi Haruaki, um estudante do ensino médio que recebe um cubo negro de seu pai, o que aparentemente é totalmente normal para o garoto, já que o pai dele coleciona antiguidades e fica mandando coisas “estranhas” para seu filho enquanto viaja no exterior. Haruaki ignora a caixa e a deixa no porão. De noite ele encontra uma garota nua comendo biscoito de arroz na sua cozinha. Ela é a forma humana do cubo negro, que recebe uma grande quantidade de pensamentos negativos e maldições que podem ser passadas pro seu dono. A garota se chama Fiya (em japonês, semelhante a Fear), e foi enviada pelo pai de Haruaki para ser purificada, já que, além do garoto ser imune a maldições, a casa onde ele mora foi construída no meio de uma área onde reúne poderes espirituais. Fiya terá que fazer coisas boas e ser amiga de pessoas para que sua maldição seja retirada.

A primeira impressão ao ver o anime é: o anime vai ser tão clichê assim mesmo? Odeio decepcionar pessoas logo de início, mas isso é uma “primeira impressão”, e não uma “boa primeira impressão”. O anime segue com uma história cheia de clichês, mas vamos falar dos personagens primeiro. O protagonista, Haruaki, leva tudo como se já tivesse acontecido várias vezes, parece que ele mesmo já percebeu os clichês do anime. Uma garota que é um cubo começa a morar na sua casa semi-nua e fala pra você que é um instrumento de tortura que recebe pensamentos negativos e pode amaldiçoar o dono. Quem em sã consciência iria levar isso normalmente e ainda iria pro colégio como nada disso tivesse acontecido? Já a garota, Fiya, é a típica tsundere mimada que quer tudo na hora, maltrata o personagem principal só que no fundo ama muito ele. Olha o clichê.

O anime não tem conteúdo algum, nada que chame sua atenção, e até chegaram a apelar pro ecchi. De repente, já aparece a ending. Aí você fica pensando: “só isso?”, mas acaba vendo que ainda tem uns minutos a mais para uma cena extra. Uma mulher num táxi fumando enquanto olha pra placa de “proibido fumar” com uma mão bizarra. Essa vai ser a vilã. E aí? É isso? O primeiro episódio é totalmente decepcionante, faz você não esperar nada do anime. Nenhum elemento surpresa, algo que diferencie o anime, nada. Não vale a pena ver o anime (por enquanto), só vou ver pois não tenho nada para fazer da vida (só estudar). Espero (realmente espero) que o anime melhore. E aí em baixo tem uma pérola do anime.

Só eu percebi o erro no cubo?